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  • Tânia Bischoff

"Juntas: o Poder da Liderança Compartilhada nos Negócios"

No dia 10 de novembro de 2018, estive na Feira do Livro de Porto Alegre para a sessão de autógrafos das autoras do livro "Juntas: o Poder da Liderança Compartilhada nos Negócios": Carol Cintra e Gabi Guerra, duas mulheres que juntas aceitaram o desafio de, e aqui uso o termo que anda difícil de se encontrar em sua plenitude, liderar uma multinacional de desenvolvimento de softwares.

O título, a capa, a apresentação e o layout do livro falam por si só. Tem liderança diferente sendo desenhada, criada, ousada e, porque não, com “ar de utopia” (se ainda podemos acreditar em uma).


Gente, dá para pensar e buscar formas de sairmos no padrão “acelerado” do viver de hoje!

E, desde já, peço a compreensão a todos os envolvidos nos múltiplos e vários programas de aceleramento e das preciosas visitas ao Vale do Silício, pois, alguns estão esquecendo de parar, olhar para si e se perguntar se “precisa ser assim”. 





Até onde li do "Juntas: o Poder da Liderança Compartilhada nos Negócios", duas mulheres transgridem e propõem algo que nos faz olhar ao nosso redor e dizer: opa, tem coisa boa para eu divagar... Gabi e Carol, a partir do que é possível por suas histórias, afetos, emoções e conhecimentos técnicos, fizeram uma gestão compartilhada ao longo de três anos e absorveram cada vivência, que são como apunhadas no corpo de afeto, de dúvidas e de quebras das nossas crenças. Gabi e Carol, como não fazer um post desta parte do texto sobre atitudes concretas:


- É impossível ter comprometimento sem manter um canal aberto de conversa.

- Fale a verdade. Mesmo quando a opinião, a resposta ou o diagnóstico não for positivo.

- Lembre a si e às pessoas ao seu redor que os erros existem para ressignificar os acontecimentos.

- Se importe de verdade com a motivação das pessoas.

- Use comunicação positiva.

- Seja gentil. 


Penso que "Juntas: o Poder da Liderança Compartilhada nos Negócios" tem o suave poder de nos acalentar, de nos instigar a ousar e, inclusive, de buscar outras formas de fazer vida, seja em corporações ou não, mas com toda a intensidade do que pode o nosso corpo.

Bem, este é o primeiro obrigada a Carol e Gabi de muitos que virão!

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